no pain, no gain

Posted 28 Maio 2012, há 1 hora | reblog this post
Posted 28 Maio 2012, há 1 hora | 900 notas | reblog this post
(originally leitecfeijao / via whatsup-bitch)

Tem que esperar sua vez, tem que saber chegar…

Posted 28 Maio 2012, há 1 hora | 66 notas | reblog this post
(originally oscortes / via oscortes)
Posted 28 Maio 2012, há 1 hora | 69 notas | reblog this post
(originally heartmeganfox / via heartmeganfox)

Fecha a boca, e faça algo.

Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 89 notas | reblog this post
(originally malandriado / via vici0s-e-virtudes)

Viver pra ser melhor também é jeito de levar a vida. 

Chorão

Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 533 notas | reblog this post
(originally oscortes / via oscortes)

Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | reblog this post

 Pra tanta coisa que faz mal eu me disponho. Chorão




Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 49 notas | reblog this post
(originally oscortes / via vici0s-e-virtudes)

Quando a coisa tá feia, ninguém quer tá do lado mas se o brilho transborda todo mundo é seu chegado.

Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 224 notas | reblog this post
(originally vici0s-e-virtudes / via vici0s-e-virtudes)
Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 4 492 notas | reblog this post
(originally batida-perfeita / via vici0s-e-virtudes)
Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 6 589 notas | reblog this post
(originally iamfamed / via vici0s-e-virtudes)
- Se foi?
- Sim…
- Não vai sentir falta?
- Um dia ela some.
- Não, ela não some…
- Mas ninguém precisa saber.

Posted 23 Maio 2012, há 4 dias | 3 807 notas | reblog this post
(originally notasdeumtolo / via in-perfeitaa)
Éramos o típico casal, que tinha ambos sentimentos de amor e ódio. Mas o ódio dominou de uma certa forma que pensávamos que não daria mais certo. Não tínhamos mais esperança. Cheguei em casa, após o trabalho e lá estava ela, à ponto de colocar um bilhete sobre a mesa. Mas desistiu. Ao me ver recolheu o pedaço de papel e colocou-o dentro do casaco. Ela olhou pra mim e simplesmente disse que partiria. E não me importei e disse sem medir palavras: ” - Vá, estás livre.” A ponto de ouvir o que eu disse, ela pegou as malas e sequer olhou nos meus olhos novamente. Era de se ouvir que estava se desmanchando em lágrimas. Talvez esperava um simples “fica”, o orgulho foi maior. Ela pegaria o terceiro trem do dia seguinte. Que partira tão cedo, antes mesmo do sol nascer. Assim que ela saiu, fechei a porta com uma certa angústia. Estava frio, fui ao quarto pegar um meia pra pôr nos pés. Abri a gaveta de meias e, abaixo de uma meia furada qualquer, me deparei com uma fotografia nossa. Estávamos fortemente abraçados e aparentemente sorridentes. Me veio um sorriso espontâneo e involuntário. Atrás dizia: - ” Juntos para sempre, meu amor.” Ao ler essa mensagem, me veio cenas de toda a nossa história. Era como um curta-metragem não organizado, as imagens passavam numa grande velocidade diante dos meus olhos. E sem perceber, uma lágrima escorreu por todo meu rosto, terminando no queixo. Sequei-a e pensei comigo mesmo: - ” Que burrada que eu fiz? Deixei a mulher da minha vida ir embora.” Sem medir esforços, peguei meu casaco coloquei o celular no bolso, enrolei um cachecol no pescoço, corri até a estrada e peguei o primeiro táxi a caminho do centro da cidade. Havia um trânsito tremendo, houve um acidente. Com pressa, passei ao lado daquele tumulto e sequer notei quem estava debruçado ao chão. Eu queria mesmo é chegar o quanto antes dela pegar o trem e partir. Faltando pouco tempo pra chegar ao centro, o celular toca. Era um número desconhecido. Meio receoso atendi e perguntei:
- Alô?!
- Alô! Aqui quem fala, é do pronto socorro da vossa cidade.
- Sim, o que deseja?
- Aconteceu um acidente gravíssimo, na avenida próximo ao centro. Com uma moça.
- Como assim, eu conheço a moça?
- De fato, ela mencionou um nome e um telefone. - Imediatamente liguei e o senhor atendeu.
- Não pode ser! - Estou a caminho.
Minutos depois, cheguei ao acidente, estava lá, a tal moça debruçada de costas. O cabelo era familiar a roupa não me era estranha. Os médicos viraram-a de frente, era ela, a mulher da minha vida. Toda ensanguentada. Não me contive e desabei em lágrimas. A situação era muito grave. Tiraram o casaco dela e o bilhete que ela haveria de deixar sobre a mesa aquela hora, caíra ao chão e o vento a meu favor traz aquele bilhete de papel até a minha mão. Segurei-o, minhas lágrimas caíram sobre bilhete e o deixou úmido. Estava sutilmente dobrado em quatro partes. Abri e nele dizia: ” O nosso amor poderia ter dado certo, mas nos deixamos abater por meros detalhes. Peço-lhe um tempo. Preciso pensar sobre nós dois. Estou partindo, indo pra casa de minha mãe. Ligarei assim que chegar. PS: Eu te amo! O exame de maternidade, deu positivo. Estou grávida. Lembre-se da nossa promessa: “Juntos para sempre, meu amor.” Ao terminar de ler, me veio um aperto no peito, a direita vinha o médico a minha direção e diz: - Sinto muito!
A partir daquele momento, meu mundo havia entrado em transe, meus coração acelerou, veio aquele sentimento de culpa, meus olhos ficaram embaçados, caí de joelhos e tudo ficou escuro. Acordei assustado, eu estava no meu quarto, achei estranho. Olhei para os lados, procurando ela… Não encontrei. No bidê ao lado, estava aquela foto encontrada na gaveta de meia e um bilhete que dizia: ” Juntos para sempre.” Pulei da cama corri para a cozinha, lá estava ela, preparando meu café da manhã. Totalmente aliviado, pensei: ” - Ufa! Não passou de um sonho.” Imediatamente corri sorrindo, abracei-a por trás e disse: - Te amo meu amor… Juntos para sempre.” Ela sorriu e disse: - Ué, aconteceu alguma coisa?
- Não, eu só não quero te perder, pra depois dar valor.
- Que lindo amor, te amo.
- Eu amo mais, pode ter certeza.

Posted 23 Maio 2012, há 5 dias | 2 055 notas | reblog this post
(originally onlyasolitary / via naoseesquecadoamor)

Posted 23 Maio 2012, há 5 dias | 1 nota | reblog this post